Brazil’s mensaleiros go to jail

Jonathan Wheatley – Financial Times, 11/13/2012

Astonishing news from Brazil on Monday night: politicians are going to jail. Not just being convicted of crimes, you understand: actually going to jail.

It was big enough news in October when Brazil’s supreme court began handing down guilty verdicts to those accused of involvement in the mensalão, a vote-buying scheme allegedly operated in Congress in 2003 and 2004 by people close to then President Luiz Inácio Lula da Silva. That those people will really do time is a huge advance for the rule of law and respect for institutions in Brazil.

If it seems odd to be surprised that people convicted of wrong-doing should be punished, bear in mind the history of impunity  in Brazil. Steady nerve and a brass neck – plus, as required, cash and lawyers – have traditionally been enough to let powerful Brazilians both literally and metaphorically get away with murder.

Read more…

Transocean says court denied request to block Brazil injuction

Alison Sider – The Wall Street Journal, 09/12/2012

A Brazilian appeals court has denied a request by the national oil regulator to suspend an injunction barring Transocean Ltd. RIG -0.67% and Chevron Corp.CVX +0.98% from operating in the country, Transocean Chief Executive Steven Newman said on a conference call Wednesday.

The court responsible for the case couldn’t yet confirm the ruling.

A Brazilian court banned the two companies from operating in the country in late July because of their roles in an offshore oil spill last year.

Read more…

Autorregulamentação é o caminho para assegurar o direito de resposta

Associação Nacional de Jornais, 06/16/2011

*In late May, Paulo Sotero, Director of the Brazil Institute, went to Brasilia to participate in a forum on free press and judicial power. 

Participants from the "Forum Internacional de Liberdade Imprensa e Poder Judiciario": Dr. Jorge Santistevan, Ministra Ellen Gracie, and Paulo Sotero

No segundo painel do Fórum Internacional de Liberdade Imprensa e Poder Judiciário, a autorregulamentação foi apontada como a solução para o direito de resposta.

Não há consenso sobre a necessidade de legislação específica para a aplicação do Direito de Resposta. Opiniões divergentes a respeito ficaram evidenciadas no painel “Direito de resposta/Práticas nas democracias”, o primeiro da parte da tarde, do Fórum Internacional de Liberdade Imprensa e Poder Judiciário, realizado nesta sexta-feira (27/5) na sala de sessões da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, em Brasília.

A ministra Ellen Gracie foi a presidente de mesa do painel, que teve como primeiro expositor, o jurista peruano Jorge Santistevan de Noriega, que foi Defensor do Povo (uma espécie de representante dos cidadãos em relação ao Estado). Ele considerou que o direito de resposta não tem uma única face, sendo outra face do direito da liberdade de expressão.

Read more…